
Vítor Constancio não nos ofereceu constância, mas uma esperança-desolada, erguida sobre maus números que não são afinal péssimos, porque menos maus que os alheios. Confesso que o percentual de descida das exportações e dos preços me surpreendeu pela positiva - se é possível usar esta palavra neste contexto -, e eu não me considero profetisa da desgraça...
A ver se a chuva ajuda, e sai de cena.